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escolha do tratamento ideal deve ser realizada sempre junto ao médico especialista, que avaliará a presença de vários fatores, tais como:

  • a(s) causa(s) do ronco e/ou apnéia.
  • o tipo e intensidade dos sintomas.
  • as alterações anatômicas observadas na garganta, nariz e face.
  • a gravidade da doença.
  • a presença de outros problemas de saúde.
  • possíveis contra-indicações a determinados tratamentos.
  • os dados antropométricos, entre outros.

Em casos de ronco leve, ocasional ou apnéia leve, algumas medidas gerais podem ajudar:

  • dormir de lado
  • perder peso
  • evitar uso de álcool
  • evitar uso de tranquilizantes ou relaxantes musculares.

Além das medidas gerais, quais os tratamentos disponíveis para o ronco e apnéia?

  • CPAP.
  • Dispositivos intra-orais de avanço mandibular.
  • Dilatadores nasais internos (rino-stents) e externos.
  • Fonoterapia (exercícios orais específicos).
  • Tratamentos cirúrgicos:
    • Septoplastia nasal (correção de desvio de septo).
    • Turbinectomia (ressecção das conchas nasais).
    • Faringoplastia lateral.
    • Uvulopalatofaringoplastia convencional.
    • Uvulopalatoplastia por Laser (LAUP).
    • Radiofrequência.
    • Injeção roncoplástica.

Cada um dos tratamentos acima possui indicações e contra-indicações específicas e individualizadas para cada paciente. A decisão quanto ao tratamento ideal para cada caso deverá ser realizada junto ao médico especialista. Abaixo descrevemos um breve resumo de cada tratamento:

a) CPAP

O tratamento mais eficaz e mais utilizado para os casos moderados ou graves consiste no uso do aparelho chamado CPAP (do inglês, Continuous Positive Airway Pressure). O CPAP consiste em um pequeno compressor de ar muito silencioso de alta tecnologia que se conecta a uma máscara ajustada ao nariz do paciente. Esse aparelho previne a obstrução da garganta durante o sono e reestabelece o sono normal ao indivíduo. Apesar de parecer algo muito desconfortável à primeira vista, o aparelho costuma ser bem tolerado pelos pacientes após a primeira semana de uso. As indicações, contra-indicações e boa adaptação deste tratamento ao paciente tem melhores resultados quando realizado com acompanhamento de um médico e equipe de saúde especializada em distúrbios do sono.

b) Dispositivos intra-orais

Como alternativa, em casos selecionados de ronco primário ou apnéia leve, o uso de dispositivos intra-orais de avanço mandibular durante o sono podem estar indicados.

c) Dilatadores nasais internos e externos

 

d) Fonoterapia

Desde 2009, um estudo realizado por uma fonoaudióloga brasileira revelou que alguns pacientes com ronco sem apnéia ou apnéia do sono leve podem ter uma melhora significativa com a prática diária de exercícios fonoaudiológicos específicos.

 

e) Tratamentos cirúrgicos

Alguns casos podem ainda se beneficiar de algum tipo de cirurgia aplicada ao nariz e/ou à garganta. Nestes casos, o paciente deve receber cuidadosa avaliação médica especializada para indicar o tipo de cirurgia mais apropriada ou mesmo evitar a realização uma cirurgia desnecessária.

 

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Postado em 30/05/2012.
Instituto do Ronco e Apnéia do Sono.



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